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Instrutor internacional para médicos de TOC: médico do CREB é único nas Américas

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O fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, Antônio D’Almeida, foi um dos apenas cinco médicos brasileiros que foram à Berlim, na Alemanha, para receber a certificação internacional da ATRAD, Associação Internacional de Terapia por Ondas de Choque. Agora, ele recebe novo título, ampliando sua atuação com o TOC: instrutor internacional para médicos de TOC. Ele foi convidado para ser um dos poucos instrutores médicos internacionais de TOC junto a Academia Swiss Dolorclast. Além disso, é o único médico das Américas a receber e aceitar tal convite.

A TOC – Terapia por Ondas de Choque – é hoje o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fasciíte plantar e esporão de calcâneo e é utilizada em larga escala nos Estados Unidos e na Europa. E seu uso se populariza cada vez mais no Brasil também, com excelentes resultados, semelhantes aos encontrados no exterior: de 75 a 85% de sucesso em casos que tratamentos convencionais não trouxeram melhoras. Utilizada nas duas últimas olimpíadas, e também nos jogos Panamericanos, a TOC tem sido o tratamento escolhido para atletas lesionados e os grandes clubes de futebol já a utilizam para oferecer a eles condições de jogo em um tempo muito menor.

No Rio de Janeiro, o CREB é pioneiro no uso desta avançada tecnologia que, na realidade, são ondas acústicas que se traduzem em impacto quando em contato com o corpo.

– Esta técnica pode ser utilizada nos tratamentos de dor crônica refratária e outros procedimentos, tais como lombalgias crônicas (dor lombar), dor miofascial (dor muscular, sem uma origem definida, de moderada a intensa intensidade álgica) e cervicalgias (dores na região cervical), dentre outras. E os resultados têm sido muito positivos. O tratamento com TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões, de 20 a 30 minutos cada, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia. – afirma o fisiatra do CREB, Antônio Rodrigues d’Almeida Neto.

Segundo ele, as melhores respostas ao tratamento têm sido de casos de patologia em ombros, em especial as tendinites e bursites, na região plantar (sola do pé), principalmente para as fasciítes plantares, as calcificações na junção do tendão de Aquiles com o osso do calcanhar (entesite aquiléa) e, também, para bursites do quadril (trocanteriana). Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações. “Não há internação, não é invasivo, tem ótima tolerância e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos”, finaliza o médico do CREB.

O link da Academia Swiss Dolorclast é http://www.swissdolorclastacademy.com/


Maioria dos amputados ainda sentem o membro amputado

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Maioria dos amputados ainda sentem o membro amputado

É verdade, e há explicação para isso: em sua maioria, pessoas que sofreram algum tipo de amputação ainda sentem o membro amputado. É o que a medicina chama de dor do membro fantasma. Estudos científicos indicam que de 90% a 98% dos pacientes sofrem do membro fantasma logo após a amputação ou perda do membro, tanto inferiores quanto superiores.

“O membro fantasma é a sensação de que um membro removido ou amputado ainda está presente ali, desempenhando suas funções. A pessoa amputada geralmente ainda sente sensações daquele membro, inclusive dor. Tal situação acontece devido às alterações que ocorrem no córtex do cérebro, após a amputação de um determinado membro. O cérebro ainda recebe sinais a partir das terminações nervosas que originalmente são fornecidas por sinais deixados pelo membro amputado”, explica o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A clínica conta com um setor de reabilitação para amputados de membro inferior, tanto em fase pós-operatória mediata, visando preparo de coto, quanto na fase de protetização. O Dr. Antônio esclarece que pacientes amputados podem sentir até cócegas, contrações, formigamento, fisgadas, dormência e dor aguda, e também frio e calor. “Podem ser sintomas leves para uns, mas para outros debilitantes e que interferirem nas atividades o dia a dia. Entre os fatores de risco que contribuem para essa síndrome estão dor ou infecção antes da amputação, presença de coágulos de sangue no membro amputado, amputação traumática e o tipo de anestesia utilizada durante a amputação”, afirma o fisiatra do CREB.

O Dr. Antônio ressalta que há tratamento, utilizando-se relaxamento muscular, biofeedback e acupuntura, além de medicamentos. Cada caso é analisado individualmente. O CREB conta com um ginásio específico, com o que de melhor existe em termos de avaliação e equipamentos, bem como orientação na escolha da melhor e mais adequada prótese para cada caso.


Frio traz mais dores para quem tem artrose

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Inverno e baixas temperaturas significam mais dores nas articulações de pessoas da terceira idade. Nesta época do ano a queixa é generalizada nos consultórios de reumatologia e fisiatria. “A artrose é muito comum na terceira idade. Com a queda da temperatura, nestes meses do ano, pacientes que sofrem da doença costumam sentir mais dores. No inverno, as pessoas tendem a fica mais encolhidas e os músculos contraídos. Há uma diminuição no fluxo sanguíneo por constrição vascular e a friagem evidencia a sensibilidade. Resultado: mais dores”, explica Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O médico do CREB explica que a dor nas articulações ocorre por insuficiência da cartilagem provocada pelo desequilíbrio entre a formação e a destruição de sues principais elementos, associada a sobrecarga mecânica, alterações bioquímicas da cartilagem e da membrana sinovial e fatores genéticos. “A artrose era considerada uma doença progressiva, de demorada evolução e com poucas perspectivas de tratamento. Era encarada como algo natural no nosso processo de envelhecimento. Mas hoje é possível mudar essa história. Os tratamentos modernos podem trazer excelentes respostas e uma sensível melhora na qualidade de vida do paciente”, diz o Dr. Haim Maleh.

A prática de exercícios físicos regulares, mesmo no inverno, é fundamental. De acordo com o reumatologista e fisiatra, uma boa atividade é uma caminhada diária entre 20 e 30 minutos, mesmo em dias frios. “Uma boa dica é caminhar pela manhã, para aproveitar os benefícios do sol”, pontua ele. Segundo o Dr. Haim Maleh, é fundamental contar com a orientação do médico, que poderá prescrever medicamentos, fisioterapia e protocolos que podem incluir hidroterapia e acupuntura, além de uma alimentação balanceada e regrada e atividade física regular.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619